Cuidado com a saúde mental, apoio nas relações familiares e orientação para os desafios da vida pe
Psicologia Clínica e Psicologia Jurídica
Cuidado com a saúde mental, apoio nas relações familiares e orientação para os desafios da vida pessoal.
Cuidado com a saúde mental, apoio nas relações familiares e orientação para os desafios da vida pe
Psicologia Clínica e Psicologia Jurídica
Cuidado com a saúde mental, apoio nas relações familiares e orientação para os desafios da vida pessoal.
Minha atuação integra Psicologia Clínica, Psicologia Jurídica e Saúde Mental Corporativa, com atenção às necessidades de cada pessoa, às relações familiares e aos desafios presentes nos ambientes de trabalho
Minha atuação integra Psicologia Clínica, Psicologia Jurídica e Saúde Mental Corporativa, com atenção às necessidades de cada pessoa, às relações familiares e aos desafios presentes nos ambientes de trabalho
Sou Ana Clara Costa, psicóloga com atuação nas áreas de Psicologia Clínica, Psicologia Jurídica e Saúde Mental Corporativa.
Na clínica, realizo psicoterapia com crianças e adultos, terapia de casal e utilizo a abordagem EMDR, voltada ao processamento de experiências traumáticas e de outras vivências emocionalmente difíceis.
Na área corporativa, atuo na avaliação de fatores de risco psicossociais e no desenvolvimento de programas para o gerenciamento desses riscos, em conformidade com a NR-1.
Minha atuação como psicóloga abrange o cuidado com a saúde mental, o suporte técnico em questões psicológicas relacionadas ao contexto jurídico e a promoção da saúde mental no ambiente de trabalho.
Atendimento psicológico voltado às dificuldades emocionais, aos relacionamentos e às experiências que afetam a saúde mental e a qualidade de vida.
Atuação técnica em demandas judiciais relacionadas às relações familiares, oferecendo suporte especializado por meio de:
Minha atuação como psicóloga abrange o cuidado com a saúde mental, o suporte técnico em questões psicológicas relacionadas ao contexto jurídico e a promoção da saúde mental no ambiente de trabalho.
Filhos de pais divorciados
Dificuldades emocionais e comportamentais de crianças e adolescentes diante da separação dos pais.
Mulheres com traumas de relacionamentos
Acolhimento psicológico para mulheres que vivenciam sofrimento emocional decorrente de relações afetivas difíceis ou traumáticas.
Ansiedade e depressão
Acompanhamento psicológico para lidar com sintomas de ansiedade, tristeza persistente e sofrimento emocional.
Crises conjugais e conflitos nos relacionamentos
Dificuldades de comunicação, conflitos recorrentes, desgaste afetivo e desafios na vida a dois.
Orientação parental no divórcio
Apoio aos pais para lidar com a separação e compreender as necessidades emocionais dos filhos nesse processo.
Psicologia Jurídica
Atuação psicológica especializada em situações de suspeita de abuso sexual infantil, conflito parental e disputas judiciais, considerando a proteção da criança e os procedimentos técnicos pertinentes.
Filhos de pais divorciados
Dificuldades emocionais e comportamentais de crianças e adolescentes diante da separação dos pais.
Mulheres com traumas de relacionamentos
Acolhimento psicológico para mulheres que vivenciam sofrimento emocional decorrente de relações afetivas difíceis ou traumáticas.
Ansiedade e depressão
Acompanhamento psicológico para lidar com sintomas de ansiedade, tristeza persistente e sofrimento emocional.
Crises conjugais e conflitos nos relacionamentos
Dificuldades de comunicação, conflitos recorrentes, desgaste afetivo e desafios na vida a dois.
Orientação parental no divórcio
Apoio aos pais para lidar com a separação e compreender as necessidades emocionais dos filhos nesse processo.
Psicologia Jurídica
Atuação psicológica especializada em situações de suspeita de abuso sexual infantil, conflito parental e disputas judiciais, considerando a proteção da criança e os procedimentos técnicos pertinentes.
O acompanhamento psicológico começa com uma conversa para compreender a demanda apresentada, conhecer o contexto de vida do paciente e avaliar suas necessidades.
A partir desse primeiro contato, o trabalho é estruturado de acordo com as particularidades de cada caso.
Uma acusação de alienação parental não determina, por si só, a perda da guarda. A situação deve ser analisada considerando as circunstâncias do caso, os elementos disponíveis e o melhor interesse da criança ou do adolescente. Quando há um processo judicial, a avaliação dos fatos e a decisão cabem às autoridades competentes, com os subsídios técnicos pertinentes quando necessários. A Psicologia Jurídica pode contribuir para a compreensão dos aspectos psicológicos e familiares envolvidos.
O mais importante é oferecer segurança emocional, manter uma comunicação adequada à idade da criança e deixar claro que ela não é responsável pela separação. Evite colocá-la no meio dos conflitos, utilizá-la como mensageira ou falar negativamente do outro genitor diante dela. Preservar rotinas e permitir que a criança expresse seus sentimentos também pode ajudar. Quando surgem mudanças persistentes no comportamento ou sofrimento significativo, o acompanhamento psicológico pode ser indicado.
A separação pode provocar tristeza, insegurança, irritabilidade, medo e mudanças de comportamento. Nem toda reação significa que a criança precisa de psicoterapia, mas vale buscar orientação quando o sofrimento é intenso, persiste ou interfere no sono, na escola, nas relações ou na rotina. A avaliação profissional ajuda a compreender as necessidades da criança e a identificar formas de apoio, incluindo orientação aos pais quando pertinente.
A Psicologia Jurídica pode contribuir para a compreensão dos aspectos psicológicos e familiares relevantes em demandas que envolvem guarda e convivência. Conforme a finalidade do trabalho, isso pode ocorrer por meio de avaliação psicológica ou assistência técnica judicial. Cada modalidade tem objetivos e procedimentos próprios. A atuação busca oferecer subsídios técnicos fundamentados, sem garantir resultados judiciais ou substituir a decisão do juiz.
A terapia de casal pode ser útil quando há dificuldades de comunicação, conflitos recorrentes, distanciamento emocional, perda de confiança ou crises que o casal não consegue enfrentar sozinho. O processo oferece um espaço profissional para compreender a dinâmica do relacionamento, identificar padrões de interação e avaliar possibilidades de mudança. Não é necessário esperar que a relação chegue ao limite para procurar ajuda, e a terapia não impõe a obrigação de permanecer ou terminar o relacionamento.

copyright: © Ana Clara Costa.
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